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Tratamento da infecção crônica do ouvido

O que é a mastóide? Quando deve ser realizada a cirurgia?

Mastóide é o osso situado imediatamente atrás da orelha. Tem função de aeração do ouvido médio. Algumas vezes pode ocorrer infecção crônica das células da mastóide sendo necessário tratamento cirúrgico. Em alguns casos, quando não é bem tratado pode evoluir com infecções intracranianas, como por exemplo, meningite.

 

Como é realizada a cirurgia?

É realizada uma incisão atrás da orelha e é removida toda a área acometida pela infeccção através do uso de uma broca. Pode ser realizada também a timpanoplastia que é a reconstrução da membrana timpânica que normalmente é perfurada nestes casos.

 

Quais são as possíveis complicações?

  • Infecção – Infecção no ouvido, com saída de secreção, inchaço e dor, pode persistir após a cirurgia ou, em raras ocasiões, aparecer mais tarde em virtude da cicatrização. Quando isto ocorre, uma cirurgia adicional pode ser necessária para controlar a infecção.

  • Perda da audição – Em pequena parte dos pacientes operados a audição poderá diminuir por problemas com a cicatrização. Raramente esta perda é grave e incapacita a pessoa.

  • Perfuração timpânica residual ou recidivante – Em parte dos casos poderá não ocorrer a total pega do enxerto, ou ele poderá necrosar posteriormente. Nestes casos, uma segunda cirurgia é indicada para corrigir este defeito.

  • Zumbido – Pode surgir ou piorar é de difícil tratamento.

  • Tontura – Poderá ocorrer logo após a cirurgia, por irritação do ouvido interno. Em alguns casos poderá persistir por uma semana.

  • Distúrbio do paladar e boca seca – Não é raro ocorrer. Quase sempre regride algumas semanas após a cirurgia.

  • Paralisia facial – A paralisia do nervo da face causa entortamento da boca. É rara, e pode ser temporária, podendo regredir espontaneamente. Pode, entretanto, ser definitiva. Em raras ocasiões o nervo poderá ser lesado na cirurgia, nestes casos, pode ser necessário um enxerto de nervo do pescoço ou da perna. Podem, ainda, ocorrer complicações nos olhos resultantes dessa paralisia.

  • Fístula liquórica – É a comunicação do líquido do cérebro e da espinha com o meio externo. A correção é feita no mesmo ato cirúrgico.

  • Complicações cranianas – Muito raramente pode acontecer infecção cerebral ou meningite. Mesmo podendo ser tratadas com antibióticos é uma complicação séria.

 

Quais são os cuidados no pós-operatório?

Após a cirurgia, às vezes é necessário que se coloque uma faixa em volta da cabeça, a qual é retirada no dia seguinte ao da cirurgia. Após a alta hospitalar, o médico prescreverá medicamentos os quais deverão ser tomados rigorosamente durante os horários prescritos para que a cirurgia tenha sucesso.

É colocado dentro do ouvido operado um pequeno tampão, o qual é retirado pelo médico, após 5 dias da cirurgia. Após a retirada do tampão, é iniciado a aplicação de antibióticos otológicos (em gotas), é importante não deixar molhar o ouvido e evitar fazer esforços que levem a um aumento de pressão no ouvido (ex. carregar peso, fazer abdominais, etc).

Quando é necessária uma cirurgia muito grande, durante meses ou anos, existirá ainda secreção no ouvido, necessitando curativos e cauterizações e, mais raramente outra cirurgia.

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